Internet e o controle sobre o usuário

Olá a todos que acompanham o nosso blog.  Voltamos a ativa após certo tempo em stand by. Contudo, estou postando uma matéria que com certeza é de grande interesse para todos os internautas e principalmente aos ‘viciados’ nas redes sociais. Por favor comentem e expressem as suas opiniões a respeito. Um grande abraço e boa leitura!

Dinheiro vs Privacidade vs Monitoramento Global

Qualquer site que tenha como objetivo ganhar dinheiro quer ter a maior quantidade possível de informações de seus visitantes. E com o Facebook e situação não é diferente. Não bastasse ter os dados básicos de cada pessoa – como nome, idade e local onde vive –, saber quais os interesses dela e em quais links clica, a rede social planeja rastrear movimentos do mouse do internauta.

Rastrear movimentos do mouse: Facebook quer saber [ainda] mais sobre você

O Chefe do Grupo de Análise de Dados do Facebook, Ken Rudin, admitiu que a possibilidade vem sendo estudada, de acordo com publicação do jornal norte-americano The Wall Street Journal feita nesta terça-feira (30).

No entanto, o executivo não garantiu o uso da tecnologia, que com certeza vai levantar muitos debates a respeito de privacidade. “Não posso prometer que vamos usar. Nós provavelmente saberemos mais sobre isso nos próximos dois meses”, declarou o executivo da rede social.

Dessa forma, o site de Mark Zuckerberg pode dizer aos seus anunciantes se os internautas ficaram com o mouse em cima de um anúncio por um tempo ou se ele passou despercebido. O Facebook também estaria testando uma tecnologia que diria quando o feed de notícias está sendo exibido na tela de dispositivos móveis.

Tecnologia de rastreamento de cursor já é utilizada por outro site

Embora possa parecer nova e invasiva, essa estratégia já é adotada na web. O site de banco de imagens Shutterstock a utiliza para saber quanto tempo um internauta ficou com o cursor em cima de uma imagem antes de compra-la – ou não.

“Hoje nós estamos olhando para cada movimento que o usuário faz, a fim de otimizar a experiência no Shutterstock. Todas essas novas tecnologias podem processar isso”, afirmou o fundador e CEO do site, Jon Oringer, ao The Wall Street Journal no mês de março.

 A opinião do administrador do Blog:

Nesse ponto, pode haver mais um interessado: O governo dos Estados Unidos. Já sabemos que as grandes empresas como Google, Facebook e Microsoft, por exemplo, já foram convocadas por agências do governo para tratar de assuntos quanto ao fornecimento de  dados de seus usuários para suportar políticas ditas ‘Anti-terroristas’. Mais precisamente, quando estourou a ‘bomba’ sobre o monitoramento global realizado pelos U.S. houve muita revolta em diversos países, principalmente por parte dos chefes de estado, e muitos usuários ficaram perplexos (nenhuma novidade para quem entende um pouco de história e política global no que se refere ao Estados Unidos). Mas aí surge a pergunta: será que muitos desses dados já não são oriundos das redes sociais? Não se trata apenas de um artifício comercial e de ‘otimizar a experiência do usuário’ como argumentam as empresas, questões geopolíticas e sociais também estão inclusas.


Fonte: Portrasmidiamundial (com alterações)

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